Pai mata a filha de apenas um ano com sete facadas no interior do Piauí atualizada atualizada em: 21 de fevereiro de 2018 comentarios 0 comente agora rss RSS

Um homem identificado como Leonardo Daniel da Silva foi preso suspeito de matar a própria filha, uma criança de apenas um ano, no município de Pimenteiras, a 260 km de Teresina. Segundo informações da Delegacia Regional de Valença, a menina se chamava Nicole e foi morta com sete facadas.

De acordo com o delegado Daniel Araújo, titular da delegacia de Inhuma e que responde também por Pimenteiras, o suspeito tinha problemas psicológicos e já havia manifestado o desejo de matar a esposa, por não se conformar com o fim do relacionamento. “Ele contou que recentemente descobriu uma traição dela, e começou a pensar em matar a esposa. Nesse meio tempo, eles reataram, mas semana passada ela pediu para terminar novamente”, relata o delegado.

Diante da negativa da companheira em continuar com a relação, Leonardo alega ter tido um surto e, por isso, decidiu matar a esposa e a filha. Após ver o marido com um punhal, a mãe da criança fugiu para a casa de vizinhos e Leonardo ficou com a filha nos braços.

“Ele disse para ela escolher, ou ele matava ela, ou matava a Nicole e se matava depois. Quando a Polícia Militar chegou na casa, ele disse ter ficado muito nervoso e acabou matando a criança, mas desistiu de se matar depois”, conta o delegado Daniel Alves.

O casal morava no município de Valença, onde Leonardo fazia tratamento psicológico no Centro de Assistência Psicossocial (CAPS) do município. Em seu depoimento à Polícia, Leonardo relatou que estava em Pimenteiras na casa de familiares, local onde aconteceu o crime.

Um vídeo gravado por um morador de Pimenteiras, no momento em que Leonardo é preso, mostra a mãe saindo com a criança nos braços. A menina já estava desacordada. O corpo foi encaminhado para o necrotério do hospital do município.

Leonardo foi preso em flagrante e será indiciado por homicídio qualificado, quando não há possibilidade de defesa da vítima.

Por: Nayara Felizardo e Nathalia Amaral | Portal ODia

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