Morre o menino Caio após 6 anos de luta contra o câncer

O pequeno Caio Augusto Rodrigues faleceu neste domingo (14) após complicação em seu quadro de saúde por uma insuficiência respiratória. O menino estava internado em um hospital particular de Teresina e precisava de doações de sangue e de plaquetas para transfusões. Caio completou 8 anos na última sexta-feira (12).
Morre o menino Caio após 6 anos de luta contra o câncer Diagnosticado com Leucemia Linfoide Aguda (LLA), Caio vinha lutando contra a doença há 6 anos. A LLA se mostrou muito resistente e agressiva ao seu pequeno corpo, apresentando várias recidivas da doença. Por não ter obtido êxito no início do tratamento no Piauí precisou dar continuidade ao seu tratamento em São Paulo.

Caio realizou duas vezes o transplante de medula óssea para ficar curado da doença, todas sem sucesso. Após as recaídas, Caio voltou ao tratamento com quimioterapia.

Na fan page ‘Ajude Caio’, quase 17 mil pessoas acompanham a luta e o dia-a-dia do menino. Milhares de pessoas se solidarizaram com a história de Caio Rodrigues e enviam mensagens positivas e orações ao Caio e a família.

O enterro acontece no final da tarde de hoje no cemitério Jardim da Ressureição, na zona Sudeste de Teresina.

Edição: Nayara Felizardo
Por: Ithyara Borges | Portal ODia

A descoberta do câncer após reportagem

A repórter da Globo Elaine Bast viveu uma situação delicada no final do ano passado. Um dia após fazer reportagem alertando sobre a importância da mamografia para detectar o câncer de mama no estágio inicial, a jornalista recebeu o resultado do seu exame, que acusou nódulos malígnos. A matéria foi ao ar no Jornal Nacional em 12 de outubro, mas o assunto só repercutiu agora.A descoberta do câncer após reportagem

Elaine tem 42 anos e é mãe de dois filhos. Ela se prepara para voltar ao trabalho depois de um período afastada para o tratamento. Após cirurgia de retirada das duas mamas, Elaine resolveu relatar o que aconteceu em depoimento para a coluna Notícias da TV, além de reforçar a necessidade da prevenção da doença. “Não esperava passar por isso. Tive muita sorte em ter descoberto logo no início”, disse a repórter que já foi correspondente da Globo em Nova York.

Segundo a jornalista, uma personagem ouvida na matéria foi fundamental nesse processo. “Ela me ajudou muito, afinal já tinha passado por tudo o que eu ia passar”, comentou.

Leia o depoimento na íntegra:

“Soube em novembro que precisava retirar a mama esquerda por causa de três tumores descobertos em um check up de rotina. Não tinha nódulos aparentes, não sentia dores, enfim, nada diferente. Soube do resultado exatamente um dia após fazer uma matéria para o Jornal Nacional sobre o assunto… O VT [videotape] era sobre um estudo que falava sobre a importância dos exames preventivos para a detecção precoce do câncer de mama.

A personagem que entrevistei, de apenas 35 anos, havia terminado a quimioterapia quando a encontrei. E foi uma das pessoas que me ajudaram muito psicologicamente nesse processo.

Tenho 42 anos, dois filhos pequenos, amamentei, não há histórico na minha família de câncer de mama. Não esperava passar por isso. Tive muita sorte em ter descoberto logo no início. Apesar de todos os avanços da medicina nessa área, a palavra ‘câncer’ dá sempre muito medo. Mas aprendi que ela não é uma sentença de morte. Retirei toda a mama esquerda e decidi também retirar a direita preventivamente. Não consigo deixar de pensar que realmente tive muita sorte. Não só por ter descoberto no início mas porque pude fazer a reconstrução das mamas na mesma cirurgia. Não precisei ver meu corpo mutilado.

Tive apoio muito importante da minha família, dos meus amigos, dos meus colegas de trabalho. Eles ajudaram a cuidar da minha alma. E os médicos, a cuidar da minha saúde. Difícil ler notícias sobre mulheres que morrem porque tiveram diagnóstico tardio desse câncer. Seja porque de tão atarefadas se esquecem delas mesmas e deixam de fazer os exames de rotina, seja porque não conseguem agendar consulta ginecológica no sistema público e realizar os exames. Uma doença que tem chance altíssima de cura se for tratada do início. Graças ao diagnóstico precoce, o câncer não parou a minha vida. Eu continuo a minha história. Depois da cirurgia e do tratamento, volto ao trabalho em meados deste mês.”

Cores do River iluminarão a Ponte Estaiada no próximo final de semana

A Ponte João Isidoro França (Ponte Estaiada) recebe a iluminação artística na cor azul durante todo este mês de novembro, como  forma de lembrar as atividades especiais pela prevenção do câncer de próstata e os cuidados contra o diabetes. Mas, no próximo final de semana, de sexta (13) a domingo (15), será aberta uma exceção para que a iluminação da ponte receba as cores do River: time piauiense de futebol que chegou à final do Campeonato Brasileiro pela Série D.river

O River Futebol Clube disputará no próximo sábado (14) contra o Botafogo, de Ribeirão Preto-SP, o título de campeão. A partida acontecerá no Estádio Albertão, às 18h30. Os ingressos estão à venda nas Drogarias Globo e não serão vendidos nas bilheterias do estádio.

“A Prefeitura de Teresina está unida a todos os torcedores do River e torcendo firme pela vitória do nosso time. Colocar as cores do River na Ponte Estaiada, nosso belo monumento turístico, foi uma forma simbólica que nos foi solicitada para entrarmos nessa mesma energia positiva cuja torcida riverina está vivenciando e contagiando a todos”, disse Davimar Holanda, coordenador de Iluminação Pública.

Iluminação azul na Ponte Estaiada chama atenção para o combate ao diabetes

Este mês, intitulado de Novembro Azul, é dedicado ao alerta à população sobre o combate e prevenção do diabetes. O próximo dia 14 de novembro é o Dia Mundial de Combate ao Diabetes, e a Prefeitura de Teresina, por meio da Coordenação de Iluminação Pública, atendendo uma solicitação da Associação dos Diabéticos do Piauí (ADIP), disponibilizou a iluminação azul para a Ponte Estaiada para lembrar sobre a importância do controle e tratamento da doença.

“O diabetes já atinge mais de 400 milhões de pessoas no mundo, causando mais de 5 milhões de mortes anuais, em parte porque aproximadamente metade das pessoas não sabe que tem diabetes. No Piauí são mais de 200 mil diabéticos e só em Teresina são mais de 15 mil pacientes diabéticos atendidos por meio do Programa Saúde da Família. Portanto, é necessário chamarmos atenção das pessoas para que a prevenção, a educação e o tratamento sejam eficientes, e a iluminação azul nesse importante ponto turístico da capital tem esse simbolismo”, explica Jeane Melo, presidente da ADIP.

Ascom PMT